A reportagem da Revista Nova Escola sobre INCLUSÃO NA ESCOLA
Os fundamentos das deficiências e síndromes
Conhecer o que afeta o seu aluno é o primeiro passo para criar estratégias que garantam a aprendizagem
Você sabe o que é síndrome de Rett, síndrome de Williams,Baixa visão ou visão subnormal (perda parcial da visão),Hipoacusia bilateral moderada (perda auditiva moderada ouvido esquerdo e direito) ? Para receber os alunos com necessidades educacionais especiais pela porta da frente, é preciso conhecer as características de cada síndrome ou deficiência.
O primeiro passo é entender as diferenças entre os dois termos. Deficiência é um desenvolvimento insuficiente, em termos globais ou específicos, ou um déficit intelectual, físico, visual, auditivo ou múltiplo (quando atinge duas ou mais dessas áreas). Síndrome é o nome que se dá a uma série de sinais e sintomas que, juntos, evidenciam uma condição particular. A síndrome de Down, por exemplo, engloba deficiência intelectual, baixo tônus muscular (hipotonia) e dificuldades na comunicação, além de outras características, que variam entre os atingidos por ela.
Se você leciona para alguém com diagnóstico que se encaixa nesse quadro, precisa saber que é possível ensiná-lo. "O professor deve se comprometer e acompanhar seu desenvolvimento",
Saberes e atitudes de alunos com deficiência
Os pequenos com deficiência sabem muitas coisas. Às vezes, até mais que os colegas
A cada novo conteúdo a ser ensinado, de acordo com seu planejamento, você se depara com a tarefa de sondar quanto a turma já sabe sobre aquilo para determinar como levá-la a avançar. Quando há uma criança com deficiência na sala, a história não deve ser diferente. É preciso verificar também o que ela já conhece e seguir em frente com a etapas previstas. Mais do que se basear num diagnóstico médico que limite as possibilidades dela, proponha situações de aprendizagem desafiadoras para descobrir até onde ela pode chegar.
Colocando o foco no aprendizado e considerando cada criança em suas particularidades, você evita a preocupação demasiada com os sintomas ou com a adequação do comportamento dela. “É muito complicado transportar um diagnóstico médico para a sala de aula. Ele ajuda, mas não pode ser um rótulo que se tenha de carregar e impeça o aprendizado.Não são raras as ocasiões em que o aluno supera as expectativas criadas pelos médicos, surpreendendo a todos com seu desempenho.
Para investigar o que os alunos com algum tipo de deficiência já sabem, você pode usar as mesmas estratégias que prepara para os demais, desde que adote diferenciações adequadas a cada necessidade da criança. O importante é colocar todos os estudantes em contato com aquilo que pretende ensinar.
A estratégia escolhida deve permitir que eles usem, durante a sondagem, informações e práticas já conhecidas. Os resultados dão uma ideia dos conhecimentos prévios de cada um, evitando que você proponha situações fáceis demais – e, portanto, desmotivantes – ou apresente algo exageradamente complexo, que os alunos, naquele momento específico, ainda não têm condição de se apropriar.
Dada a aula, você tem pela frente a tarefa de avaliar o que todos aprenderam. Aqui é preciso evitar o erro de comparar crianças diferentes, ou querer nivelar o desenvolvimento da turma. Isso vale para crianças com e sem deficiência. O desempenho de cada aluno deve ser confrontado com o conhecimento prévio que ele tinha, levando em conta suas possibilidades individuais. O correto é comparar cada aluno com ele mesmo.
Avaliação de atitudes
Para que a avaliação do aluno com deficiência saia a contento, é importante ter em mente o que se quer que ele aprenda, quais são os objetivos que ele deve atingir e os conteúdos a dominar. Outra tarefa é determinar as metodologias e estratégias que serão adotadas. Nesse sentido, vale lembrar que todas as atividades oferecem elementos para avaliação. Atitudes muito simples, como se reunir em grupo, permanecer sentado na carteira, se alimentar, cuidar da higiene pessoal sozinho e utilizar os materiais escolares corretamente podem ser considerados grandes avanços para estudantes com deficiência intelectual. A observação de todos no dia a dia é sempre de grande valia para o professor.
O educador não pode apenas procurar o que está errado no aluno. O importante é verificar o que ele foi capaz de aprender. E, no caso das crianças e dos jovens com deficiência, pequenas atitudes são sempre indícios de progressos, mesmo que eles não apreendam todo o conteúdo que você tentou ensinar na sua disciplina.
Para acompanhar a aprendizagem das crianças, é preciso fazer registros diários sobre o desempenho delas e compilar os trabalhos que realizam em sala. Esse material pode ser transformado num portfólio (arquivo da produção dos alunos). A periodicidade com que esses registros são transformados em notas depende da política educacional de cada escola. Pode ser bimestral ou trimestral.
O importante é que esses progressos sirvam de instrumento para que você verifique o que cada um aprendeu e, especialmente no caso dos alunos com deficiência, planeje estratégias diferenciadas para que eles não parem de avançar. Essa verificação também servirá para o planejamento dos objetivos seguintes. Assim você sempre poderá determinar com mais segurança o que ensinar a cada etapa e qual a maneira mais apropriada de fazer isso.
Adequar é o caminho
Levar cada um a aprender exige abertura para diferenciar tanto o programa como as práticas
Imagine um cenário de sonho: sala bem equipada, laboratório e biblioteca completos, professores auxiliares e uma turma atenta, ávida para ouvi-lo e interessada em trabalhar. Agora, professor, responda com franqueza: todos esses estudantes vão aprender da mesma forma tudo o que você ensinar? Quem está há algum tempo à frente de um quadro-negro sabe que a resposta é não.
Um aluno nunca é igual a outro. Perceber o potencial de cada um e atingir a classe inteira é um desafio contínuo que muitas vezes parece mais difícil do que encontrar a sala dos sonhos do cenário acima. Para chegar lá, além de estudar muito e se aprimorar sempre, é necessário saber ser f lexível. Durante o planejamento de suas aulas, você - com a ajuda da coordenação pedagógica e de colegas - deve encontrar novas formas de ensinar. Essa tarefa, que já é importante normalmente, se torna imprescindível quando há na classe alunos com necessidades educacionais especiais. As principais flexibilizações a serem feitas referem-se a quatro aspectos.
ESPAÇO Adaptação do ambiente escolar para permitir que todos tenham acesso às dependências da escola. Isso inclui rampas e elevadores, mas não só. Entram aí também o reordenamento da sala de aula, por exemplo, e a identificação de materiais em braile para que um cego possa se locomover e encontrar o que procura com autonomia.
TEMPO Determinação de um período maior para que crianças e jovens possam retomar conteúdos, realizar tarefas mais complexas, entregar trabalhos e realizar provas. Um surdo pode precisar disso nas aulas de Língua Portuguesa, por exemplo, quando tiver de redigir um texto.
CONTEÚDO Adequação do programa previsto no currículo ou no planejamento de cada aula com o objetivo de garantir que estudantes com necessidades educacionais especiais aprendam bem parte da matéria, em lugar de se dispersar por enfrentar desafios acima de suas possibilidades. Uma criança com síndrome de Down que não consegue fazer cálculos mais complexos sobre juros, por exemplo, tem condições de aprender a calcular o troco numa compra.
RECURSOS Busca de materiais didáticos ou de outras estratégias para ensinar determinados conteúdos, facilitando a aprendizagem. É a mais comum, geralmente relacionada a todos os tipos de deficiência.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Os 10 mandamentos para pais de crianças Especiais
1. Viva um dia de cada vez, e viva-o positivamente. Você não tem controle sobre o futuro, mas tem controle sobre hoje.
2. Nunca subestime o potencial do seu filho. Dê-lhe espaço, encoraje-o, espere sempre que ele se desenvolva ao máximo das suas capacidades. Nunca se esqueça da sua capacidade de aprendizagem, por pequena que seja.
3. Descubra e permita mentores positivos: familiares e profissionais que possam partilhar consigo a experiência deles, conselhos e apoio.
4. Proporcione e esteja envolvido com os mais apropriados ambientes educacionais e de aprendizagem para o seu filho desde a infância.
5. Tenha em mente os sentimentos e necessidades do seu cônjuge e dos seus outros filhos. Lembre-lhes que esta criança especial não tem mais do seu amor pelo fato de perder com ele mais tempo.
6. Responda apenas perante a sua consciência: poderá depois responder ao seu filho. Não precisa justificar as suas acções aos seus amigos ou ao público.
7. Seja honesto com os seus sentimentos. Não pode ser um super-pai 24 horas por dia. Permita-se a si mesmo ciúmes, zanga, piedade, frustração e depressão em pequenas necessidades sempre que seja necessário.
8. Seja gentil para consigo mesmo. Não se foque continuamente naquilo que precisa de ser feito. Lembre-se de olhar para o que já conseguiu atingir.
9. Pare e cheire as rosas. Tire vantagem do fato de ter ganho uma apreciação especial pelos pequenos milagres da vida que os outros dão como garantidos.
10. Mantenha e use o sentido de humor. Desmanchar-se a rir pode evitar que seja desmanchado pelo stress.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Desenvolvimento da Habilidade do uso garfo e faca
A criança da faixa etária de 5-6 anos inicia uma maior habilidade manual com o uso do garfo e geralmente é capaz de se alimentar, mas torna-se angustiado quando uma faca é colocada em sua mão direita(no caso de crianças destras).
Algumas etapas importantes para o Desenvolvimento da Habilidade do uso do garfo e faca:
-Usando um garfo e uma faca é particularmente difícil porque requer o uso de ambas as mãos. Isso é chamado de coordenação bilateral.
Comer com garfo e faca exige uma mão faz uma tarefa enquanto a outra mão faz outra.Uma outra habilidade de coordenação bilateral é uso de tesoura.
Vamos dar uma olhada em algumas das estratégias que podem ser utilizados para melhorar as habilidades do garfo e faca em crianças .
Algumas etapas importantes para o Desenvolvimento da Habilidade do uso do garfo e faca:
-Boa habilidade motora fina(mobilidade dos dedos,força,coordenação bilateral)
-Usando um garfo e uma faca é particularmente difícil porque requer o uso de ambas as mãos. Isso é chamado de coordenação bilateral.
Comer com garfo e faca exige uma mão faz uma tarefa enquanto a outra mão faz outra.Uma outra habilidade de coordenação bilateral é uso de tesoura.
Vamos dar uma olhada em algumas das estratégias que podem ser utilizados para melhorar as habilidades do garfo e faca em crianças .
- Use os talheres corretos freqüentemente são recomendados para crianças o uso de talheres pequenos indicados de acordo com faixa etária.Deve ser moldado para encaixar a mão da criança e tem um recorte claro de onde o dedo indicador deve ser colocado, levando a criança a segurar os talheres corretamente.
- uso da faca sem cortes para evitar acidentes.
- uso de talheres com cabos engrossados porque serão mais fáceis de segurar e manipular. Você pode usar durex colorido ou algo semelhante para marcar onde o dedo indicador deve ser colocado.
- ensinar as crianças que segure firmemente o item a ser cortado, segurando o garfo na mão esquerda, depois de cortar um pedaço do alimento com a faca na mão direita.( filhos que são destros).
- Praticar o uso do garfo e faca durante o jogo. Por exemplo, fazer rolinhos com a massinha e depois pedir o seu filho para cortar em pequenos pedaços.
-Pode iniciar uso de faca e garfo para cortar as frutas macias como banana ou melancia. Evitar frutas duras(maçã, pêra, laranja) porque a criança não apresenta força e habilidade no uso dos talheres.
-Depois, uso dos talheres nas refeições, iniciar a cortar alimentos macios como a batata, cenoura, beterrraba(cozidos) e finalmente a carne(macia).
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Festa de Natal Associação de Pais e Amigos dos Portadores de Deficiência Visuais-APADV
APADV-Associação de Pais e amigos dos Portadores de Deficiências Visuais.Colabore com a Campanha de Natal para que a APADV proporcione um atendimento para os deficientes Visuais cada vez melhor e mais eficaz. Teledoações (31) 21210606.
Avenida Brasil,688-4o-andar-Belo Horizonte-MG
telefone:(31)32740495
Minha linda paciente Aline Lima.Te amo muito!!!!
Avenida Brasil,688-4o-andar-Belo Horizonte-MG
telefone:(31)32740495
Foto da Palestra no Colégio Sócrates
A palestra foi realizada no Colégio Sócrates pela Terapeuta Ocupacional Infantil Johanna Cordeiro Melo Franco sobre o Desenvolvimento Infantil em relação : a Tonicidade, Motricidade grossa e fina, Lateralidade, Equilíbrio Estático e Dinâmico, Postura, Noção Espacial e Temporal e Brincar.
Foi um SUCESSO!!!!!
Agradeço a presença dos professores e coordenadores da Educação Infantil do Colégio Sócrates.
(Flávia,Gleice,Cida,Sandra,Rafaela,Virgínia,Daniela,Tatiane,Cláudia e Celina)
Celina,muito obrigada pelo seu carinho.
Foi um SUCESSO!!!!!
Agradeço a presença dos professores e coordenadores da Educação Infantil do Colégio Sócrates.
(Flávia,Gleice,Cida,Sandra,Rafaela,Virgínia,Daniela,Tatiane,Cláudia e Celina)
Celina,muito obrigada pelo seu carinho.
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Foto da Palestra no Colégio Sócrates
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
PALESTRA NO COLÉGIO SÓCRATES
PALESTRA NO COLÉGIO SÓCRATES COM
TERAPEUTA OCUPACIONAL INFANTIL JOHANNA CORDEIRO MELO FRANCO
SOBRE DESENVOLVIMENTO INFANTIL EM RELAÇÃO A MOTRICIDADE GROSSA E FINA, COORDENAÇÃO, TONICIDADE, POSTURA, LATERALIDADE, EQUILÍBRIO ESTÁTICO E DINÂMICO E BRINCAR.
DIA 15 DEZEMBRO DE 2010 13:00 ÁS 15:00
PARA PROFESSORES EDUCAÇÃO INFANTIL DO COLÉGIO SÓCRATES.
Fone: (31) 3391-7264
http://www.socrates.com.br/
PARCERIA COM A CLÍNICA TRATE-CENTRO DE ESPECIALIDADES.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
A diferença entre as Brincadeiras Antigas e as Atuais
Antigamente as crianças não tinham tantos brinquedos como as de hoje e, por isso, tinham que usar mais a criatividade para criá-los.
Hoje em dia é normal ver uma criança que, ao mesmo tempo, navega na internet, folheia uma revista, fala no telefone, e ainda assiste televisão. Já antigamente as crianças disponiblizam um tempo de seu dia para assistir televisão, brincar com carrinhos, jogar amarelinha e empinar pipa. Duas realidades que estão tornando as distantes entre elas cada vez maiores.
Hoje em dia as brincadeiras infantis mudaram muito em relação ao passado. As crianças de hoje se divertem com computadores e vídeo games, fazendo com que as brincadeiras de antigamente não chamem mais a atenção. A informação hoje em dia é em tempo real, o aprendizado das crianças é mais rápido, não existem barreiras de tempo ou de distância para que qualquer um saiba o que está acontecendo.
Mas com todo esse aparato tecnológico, muitas coisas do passado ficam esquecidas, as brincadeiras ingênuas, e sem qualquer tipo de tecnologia, criada apenas para divertir os pequenos, seja com giz, madeira, ou objetos improvisados. Antigamente as crianças brincavam de roda cutia, pega pega, iô iô, amarelinha, passa anel, cobra cega, peteca entre outras.Usavam tocos de madeira, pedrinhas, legumes e palitos para fazer animais, além das brincadeiras como amarelinha, cinco Marias, bolinha de gude, cantigas de roda, passa anel, roda pião, empinar pipa dentre várias outras e assim, se divertiram por décadas e décadas.
As brincadeiras de crianças que envolvem jogos e atividades exigindo a imaginação e criatividade dos pequeninos são ideia para trabalhar o desenvolvimento mental, intelectual e social na infância. Os jogos de tabuleiros são atividades desenvolvidas até mesmo por algumas escolas por estimular o aprendizado diário das crianças.
As brincadeiras que forçam as atividades físicas são excelentes para o desenvolvimento motor,equilibrio,destreza e a agilidade na infância. No entanto, as atividades que exigem esforços físicos também estão estimulando o desenvolvimento mental, trabalhando a disciplina e concentração da criança conforme a atividade praticada.
Como vimos, existem varias opções para a diversão das crianças, mas as brincadeiras infantis que trazem maior satisfação e entusiasmo para a criançada são as brincadeiras que são feitas em competição. Competir significa buscar um objetivo e exige concentração, raciocínio lógico, esforço físico além de estimular a imaginação e a criatividade das crianças e é uma brincadeira saudável e prazerosa mesmo sem recompensa estabelecida nos resultados das competições.
As brincadeiras de crianças podem ser feitas de varias maneiras, mas é importante observar como e onde as crianças estão brincando. Brincar ao ar livre, por exemplo, deixa a brincadeira mais saudável.
Criar oportunidades para que as brincadeiras entre pais e filhos aconteçam também é uma ótima oportunidade para o crescimento e de ambos.
Com os avanços da modernidade, a tecnologia trouxe brinquedos que não exigem a criatividade das crianças, pois elas já encontram tudo pronto.Com a Tecnologia hoje em dia as brincadeiras são mais dentro de casa em vídeo games, computadores e muitas se divertem assistindo DVD de desenho o dia todo e aquela infância gostosa de correria e alegria quase não se vê mais.
Os pais devem estar mais atentos e dosar o uso do computador, local, distância do aparelho, postura inadequada da criança,atividade física e estabelecer regras e horários de uso fará com que a criança tenha um equilíbrio entre essas e outras atividades.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Transtorno de Modulação Sensorial -Vestibular parte 3
O sentido vestibular, que fornece informações através do ouvido interno de equilíbrio e de movimento, e onde o nosso corpo "é" no espaço, por exemplo, como o tamanho do nosso corpo se relaciona com os tamanhos de outros objetos.
O sistema vestibular envolve informações sobre o balanço e alterações na posição da cabeça, pescoço e olhos.
Saiba como identificar sintomas de disfunção vestibular, quando o sentido vestibular é o principal afetado em uma criança com transtorno de processamento sensorial .
Disfunção auditiva também ocorre frequentemente com uma desordem vestibular, devido tanto a ser percebido dentro do sistema da orelha.
Estimulação vestibular vem de células capilares do ouvido interno registrando cada mudança na posição da cabeça em relação ao equilíbrio e movimento. Você pode descobrir que algumas crianças com este tipo de disfunção ou apaixonadamente amar ou odiar parque de diversões.
É incrível que algo tão pequeno pode detectar até mesmo o menor dos movimentos que fazemos. Na verdade, todas as sensações são interpretadas com referência ao sistema vestibular.
O sistema nervoso depende de um sistema que esteja funcionando corretamente vestibular para processar a entrada sensorial de todos os nossos sentidos. Se houver disfunção vestibular, então todos os outros aspectos do sistema nervoso não funcionará exatamente assim.
Parte 3- Sinais de Disfunção do Sistema vestibular
-hipersensibilidade vestibular - insegurança gravitacional/intolerância ao movimento.
-hipersensibilidade vestibular - insegurança gravitacional/intolerância ao movimento.
medo equipamentos playground ou de parques de diversão,medo de subir/descer escadas ou escadas rolantes.
-hipossensibilidade vestibular vai procurar movimento e estar em constante movimento. Você pode preferir movimento linear, como balançar ou balançando. Ou você pode preferir, em vez de giro.(movimento angular)
Hipersensibilidade Vestibular de Movimento
- Dificuldade de brincar em equipamentos de playground, como balanço, escorregador, gira-gira,cama elástica
- realiza mudanças de posturais lentamente e cautelosamente
- Medo de altura
-É fácil perder o equilíbrio
-Medo de subir/descer escadas, elevadores e escadas rolantes
-Medo de subir/descer escadas, elevadores e escadas rolantes
-intolerância ao movimento-náusea,vômito e vertigem
Hipossensibilidade Vestibular de Movimento
- pouca noção do perigo e adora brinquedos de parque diversão(principalmente movimento giratórios)
- fica constantemente em movimentos pular,correr,saltitar. A criança não percebe e não sente a sensação de queda e perigo.
- a criança desconhece a sensação de estar caindo e não protege a si mesmo.Pouca noção do equilibrio dinâmico.Pouca reação protetora de braço.
- criança está sempre caindo e com vários machucados.Quedas frequentes.
Buscando Sensações Sensoriais Vestibular
- Adora parque de diversões
- Descrito como hiperativo - sempre a correr, pular e saltitar
- Envolve-se em balançar ou movimentos rítmicos
- Dificuldade de ficar sentado
- salto intenso movimento inclusive, posições de cabeça para baixo
- salto intenso movimento inclusive, posições de cabeça para baixo
- Adora gangorras, trampolins,cama elástica e cambalhotas mais do que outras crianças
- Parece que não consegue ficar parado
- Gosta de ficar girando em círculos
Transtorno de Modulação Sensorial-Proprioceptivo parte 2
Como você pode dizer se ele pode ter disfunção do processamento sensorial?
Parte 2- Sinais de Disfunção Proprioceptiva
Hipersensibilidade(evita o estimulo)
-Dificuldade de compreender onde o corpo está em relação a outros objetos
-parece desajeitado,esbarra nas coisas frequentemente
-move-se forma rígida e incoordenação motora
Hiposensibilidade(busca do estimulo sensorial)
-criança constantemente pulando e batendo
-gosta de abraços apertados
-dificuldade graduação força na escrita ou colorir
-prefere roupas apertadas
-podem ser mais agressivos com outras crianças
Dificuldades na entrada sensorial
-quebra a ponta do lápis constantemente
-quebra os brinquedos
-rasga o papel para desmanchar com borracha
-interpreta erronamente o peso de um objeto(aperta demais o objeto como o copo plástico,deixa derramar o suco,pega um objeto e deixa cair no chão).
-não sabe como é dificil empurrar um objeto
Cada criança é diferente e reage aos estimulos sensorios do ambiente ou do próprio corpo de maneira diferente.Além disso,cada pessoa tem uma certa tolerância diferente a estimulos sensoriais(tátil, visual, auditivo, paladar, olfação, vestibular ou proprioceptivo).
Quando o processamento sensorial torna-se um PROBLEMA é quando as reações começam interferir no seu dia a dia.É quando a criança apresenta bastante dificuldade em certas atividades como escolares,brincadeiras ou atividades de vida diária (alimentação,higiene e vestuário) devido á problemas sensoriais.
Quando o processamento sensorial torna-se um PROBLEMA é quando as reações começam interferir no seu dia a dia.É quando a criança apresenta bastante dificuldade em certas atividades como escolares,brincadeiras ou atividades de vida diária (alimentação,higiene e vestuário) devido á problemas sensoriais.
A terapia de disfunção do processamento sensorial pode ajudar bastante o dia a dia da criança(organização do comportamento,melhora planejamento motor,aumenta nivel atenção e concentração,acalma o nivel de alerta).A melhor coisa que você pode fazer coma terapia é entendimento do problema de modo que em vez de combater o problema,você pode trabalhar nele.
A melhor maneira de determinar um problema sensorial é histórico sensorial da criança(é quando perguntas e respostas dos pais ou responsáveis da criança),questionários e avaliações formais ou informais.Análise do prefil sensorial ocorre no processo observações do terapeuta e dos pais em situações de um ambiente normal e situações tipicas(na hora do banho, na alimentação,no passeio no parquinho,playground, na escovação dos dentes..).
Os comportamentos observados diante estimulos sensorial pode ser duas categorias:Hipersensiveis( a criança evita a a entrada sensorial) e Hiposensiveis( a criança procura a entrada do estimulo sensorial).
Parte 2- Sinais de Disfunção Proprioceptiva
Hipersensibilidade(evita o estimulo)
-Dificuldade de compreender onde o corpo está em relação a outros objetos
-parece desajeitado,esbarra nas coisas frequentemente
-move-se forma rígida e incoordenação motora
Hiposensibilidade(busca do estimulo sensorial)
-criança constantemente pulando e batendo
-gosta de abraços apertados
-dificuldade graduação força na escrita ou colorir
-prefere roupas apertadas
-podem ser mais agressivos com outras crianças
Dificuldades na entrada sensorial
-quebra a ponta do lápis constantemente
-quebra os brinquedos
-rasga o papel para desmanchar com borracha
-interpreta erronamente o peso de um objeto(aperta demais o objeto como o copo plástico,deixa derramar o suco,pega um objeto e deixa cair no chão).
-não sabe como é dificil empurrar um objeto
domingo, 21 de novembro de 2010
Transtorno de Modulação Sensorial-Disfunção e Defesa Tátil -parte 1
Transtorno de processamento Sensorial é um transtorno neurológico que causa dificuldades como interpreta, processa ,percebe uma informação sensorial sobre o meio ambiente e de dentro do próprio corpo ( visual , auditiva , tátil , o olfato , paladar , vestibular e propriocepção ). Para aqueles com Transtorno processamento Sensorial, a informação sensorial pode ser sentida e percebida de uma forma que é diferente da maioria das outras pessoas.As dificuldades geralmente apresentam como déficit de atenção,alterações comportamentais e/ou emocionais, dificuldade de planejamento e organização, problemas em fazer as atividades da vida diária e prática (autocuidado, lazer,brincar e escola), e para alguns com extrema sensibilidade a estímulos sensoriais; entrada sensorial pode resultar em evasão de extrema atividades, agitação, angústia, medo ou confusão.
Tipo I- Modulação Sensorial
Modulação sensorial refere-se a um processo complexo sistema nervoso central através do qual mensagens neuronais que transmitem informações sobre a intensidade, freqüência, duração, complexidade e novidade dos estímulos sensoriais são ajustados.
Em termos de comportamento, isso se manifesta na tendência a gerar respostas que estão devidamente classificados em relação às sensações recebidas,
Problemas Modulação Sensorial
• problemas de registro sensorial(busca estimulo tátil) - Este é o processo pelo qual o sistema nervoso central não atende a estímulos. Isso geralmente envolve uma pouca resposta(hipo) problemas de registro sensorial são caracterizadas por falta de aviso que normalmente os estímulos táteis(quente/frio,liso/áspero,dor e temperatura) são importantes para a maioria das pessoas.
• Defensividade sensorial(Defesa Tátil) - Uma condição caracterizada muita resposta sensorial(hiper) em um ou mais sistemas sensoriais.
Transtorno Modulação Sensorial -Parte Tátil
Saiba como identificar os sintomas do transtorno de modulação sensorial, como a procura sensoriais, que podem, muitas vezes confundida com sinais de TDAH. Embora os sinais de um distúrbio sensorial são geralmente consideradas como uma das mais comuns características de autismo.Os sintomas de TDAH em crianças ou são diagnosticadas equivocadamente como um desses transtornos.
Transtorno de Modulação Sensorial é uma categoria de Transtorno de Processamento sensorial e a forma mais comumente diagnosticada. Quando uma criança tem modulação pobre, suas respostas podem ser reativo demais levando a defensividade sensorial, buscando sensorial ou flutuações defesa e busaca sensorial
Transtorno de Modulação Sensorial é suspeitada quando uma criança apresenta sintomas com freqüência, intensidade e duração
Defensividade Sensorial (hipersensibilidade sensorial)
Você pode observar o seu filho odeia a usar certos tipos de roupas, recusa de alimentos de certas texturas, evita atividades, tais como balançar ou não gosta que os outros tocar-lhe.
Hiposensibilidade sensorial
Outra criança com dificuldades de modulação podem não notar a ser tocado ou movido, pode se envolver em mais atividades lúdicas sedentárias, e muitas vezes não perceber sons ou objetos visuais que são óbvias para os outros.
Quando uma criança tem problemas com a modulação, o cérebro não consegue interpretar corretamente os estímulos ambientais e como resultado, o cérebro torna-se desorganizado.O comportamento da criança também será desorganizada. Muitos comportamentos associados são a maneira da criança, de tentar organizar os estímulos ambientais.
Ignorar o problema só vai piorar as coisas. Uma criança com dificuldades de distúrbio do processamento sensorial e modulação precisa da compreensão e ajuda. Recusando-se a participar ou incapacidade de se concentrar em determinadas atividades nem sempre é porque ele / ela não vai, mas simplesmente porque ele / ela não pode.
Tratamento geralmente inclui Terapia Ocupacional infantil especialista Integração Sensorial. Buscando a ajuda de uma Terapeuta Ocupacional que tem experiência direta com distúrbios sensoriais é a melhor maneira de obter a ajuda de seu filho precisa.
-Desconhece as sensações de toque menos intensa
-Falta de aviso quando desorganizados ou quando as roupas estão torcidas
- pouca resposta a arranhões, contusões, machucados
-não percebe quando estão sujos mãos e rosto
-toca em tudo e qualquer coisa constantemente
- indiferença às mudanças de temperatura
-Alheio às condições climáticas, como vento ou chuva
-Não perceber os outros sentem dor, muitas vezes levando brigas e confusões e ferir os outros sem querer
Sintomas da Procura Sensorial podem incluir:
• Freqüentemente almeja tocar, cócegas, massagens nas costas, e abraços
• Pode desenvolver problemas comportamento , como morder, beliscar, ou bater a cabeça
• Necessidade de tocar e sentir tudo no ambiente que outras crianças não entendem a tocar
• ficar mexendo no cabelo nos dedos
• Procura atividades que envolvem brigas,lutas(agressividade)
• Gosta de tocar em superfícies macias ou lisa
• Gosta da sensação de objetos que possuem vibrações
• Alta tolerância a calor e frio
• Prefira alimentos picantes
• Freqüentemente remover meias e sapatos
Outros sinais de uma doença relacionada à disfunção sensorial tátil:
•pobre habilidades motoras finas e problemas terminar tarefas, tais como despir/vestir calças, meias, blusas e manejo dos fechos .
• Dificuldades ao usar tesouras, lápis, giz de cera
• Esforços para definir as características físicas dos objetos em termos de forma, tamanho, textura, temperatura ou peso.
• Problemas de identificação de objetos apenas por senti-las.
DEFENSIVIDADE TÁTIL
Defensividade tátil pode resultar em hipersensibilidade a certas sensações na pele relacionadas ao toque, temperatura e dor.
Nunca force uma criança com sinais de sensibilidade tátil para tocar em algo que ele ou ela não quer tocar. A criança pode acabar evitando atividades relacionadas e, finalmente, desenvolver um medo ou apreensão em certas pessoas, lugares ou objetos como resultado.
Sintomas de Defensividade Tátil podem incluir:
-Dificuldade vestir roupas feitas de diferentes materiais (coceira ou ásperas)
- tem problemas com costuras e etiquetas de roupas e meias
- Não gosta de dobrar a blusa comprida ou calça
- Solicita a troca das fraldas imediatamente
- Não gosta de toque inesperado, beijos, abraços
- Não gosta andar descalço na areia,grama,terra
-Evitar meias e sapatos novos(devido a costura ou sapato apertado)
- Evita multidões ou grandes salas cheias de pessoas
-Não gostam de escovar os dentes,pentear o cabelo,cortar as unhas
- Não gostam de ser ficar sujos
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Sugestões de atividades para Coordenação Motora Fina parte 6
Carimbos dedoche para trabalhar mobilidade e fortalecimento muscular dos dedos com indicador,polegar e dedo médio.
Painel de Grafismo favorece o uso dos movimentos dissociados dos dedos da mão preparando o paciente para a escrita. Possui formas vazadas diferenciadas (pré-requisitos para a escrita) que podem ser exploradas tanto com os dedos quanto com materiais que permitem esse contorno, como por exemplo, caneta Pilot, canetas de sopro, pincéis, dentre outros
Acertar o alvo.Trabalhar coordenação viso-motora,movimentos arremessar a bolinhas nas cores com números correspondente.As crianças maiores,podem trabalhar somar os pontos.
Aramado com bolinha de madeira. Pode trabalhar diversos movimentos, a criança conduz as peças pelos caminhos.Trabalhar coordenação viso-motora.

Exercita a coordenação motora, concentração, discriminação de cores, planejamento, raciocínio lógico e convívio social das crianças.

Jogo Resta Um-Estimula a coordenação motora e exercita a mente.Teste suas habilidades.
Consiste em montar todos os cubos nos pinos da base, conforme os cubos são girados é formado diversas figuras de animais, monte sem olhar, você irá se surpreender com um animal super divertido e diferente.
Através do manuseio dos cubos, a criança irá trabalhar posição, forma, coordenação motora e noção de quantidade.
Brinquedos clássicos divertem pessoas de todas idades e resgatam os valores das brincadeiras saudaveis.
Para brincar com o Bilboquê, você precisa de muita atenção, agilidade e treino.
Estimula a coordenação motora, exigindo muita paciência e persistência.
O objetivo do jogo é equilibrar as bolinhas nas canaletas, passando-as de uma criança para outra.
Composto por 4 canaletas e 2 bolas de madeira.Trabalha a coordenação motora, concentração, atenção, equilíbrio, habilidade de planejamento motor.
Para nossos pequenos começarem desde cedo a guardar o seu dinheiro.
Os cofres animados são indicados para crianças a partir de quatro anos de idade, pois é nessa idade que elas começam a ter noções de valores financeiros.Para retirar as moedas, basta abrir a porta que fica atrás da atrás do cofrinho.(http://www.kitsegifts.com.br/)
usar o martelo de plástico para encaixar pinos dentro da massinha.Trabalhar a força e coordenação viso-motora.
Acertar o alvo.Trabalhar coordenação viso-motora,movimentos arremessar a bolinhas nas cores com números correspondente.As crianças maiores,podem trabalhar somar os pontos.
Aramado com bolinha de madeira. Pode trabalhar diversos movimentos, a criança conduz as peças pelos caminhos.Trabalhar coordenação viso-motora.

Exercita a coordenação motora, concentração, discriminação de cores, planejamento, raciocínio lógico e convívio social das crianças.

colocar as bolinhas de gude nos buracos, controlando a inclinação do tabuleiro com os cordões e exercitar a coordenação motora.
Acertando o alvo.cores e tamanhos diferentes.
Consiste em montar todos os cubos nos pinos da base, conforme os cubos são girados é formado diversas figuras de animais, monte sem olhar, você irá se surpreender com um animal super divertido e diferente.
Através do manuseio dos cubos, a criança irá trabalhar posição, forma, coordenação motora e noção de quantidade.
Brinquedos clássicos divertem pessoas de todas idades e resgatam os valores das brincadeiras saudaveis.
Para brincar com o Bilboquê, você precisa de muita atenção, agilidade e treino.
Estimula a coordenação motora, exigindo muita paciência e persistência.
O objetivo do jogo é equilibrar as bolinhas nas canaletas, passando-as de uma criança para outra.
Composto por 4 canaletas e 2 bolas de madeira.Trabalha a coordenação motora, concentração, atenção, equilíbrio, habilidade de planejamento motor.
Para nossos pequenos começarem desde cedo a guardar o seu dinheiro.
Os cofres animados são indicados para crianças a partir de quatro anos de idade, pois é nessa idade que elas começam a ter noções de valores financeiros.Para retirar as moedas, basta abrir a porta que fica atrás da atrás do cofrinho.(http://www.kitsegifts.com.br/)
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